17 de jul. de 2014

In the land of the headhunters, de Edward S. Curtis, e Nanook do Norte, de Robert Flaherty

Tradução de fragmento do capítulo 13 do livro Short Nights of the Shadow Catcher: the epic life and immortal photographs of Edward Curtis, de Timothy Egan, publicado pela Houghton Mifflin Harcourt, nos Estados Unidos em 2012:


Quando da primavera de 1914, Curtis havia passado períodos das quatro estações estudando e fotografando o povo que iria estrelar seu filme. Ele estava impressionado com as mulheres Kwakiutl. “Elas mantêm uma aparência muito vistosa após a meia-idade”, ele notou. “Mulheres que já são avós têm seios empinados que fariam inveja a adolescentes.” Os homens, nem tanto: sombrios, “eles parecem completamente perdidos em cismas obscuras.” Mas como passou mais tempo com eles, Curtis focou em seu senso de humor. Ele particularmente gostou de como brincavam com a mente dos missionários. Um dia, George Hunt invadiu a barraca de Curtis com notícias sobre uma grande descoberta cultural feita por um dos clérigos.
“O que é?” – perguntou Curtis.
Hunt caiu ao chão às gargalhadas.
Os Kwakiutl haviam explicado ao missionário o significado das figuras do poste sagrado (totem) – uma coisa e tanto para o clérigo, ou assim ele pensava. “O homem na base, aquele com bigode, é o primeiro explorador espanhol”,  disse Hunt. “Acima dele, uma figura nua, está Adão. A mulher é Eva. E o pássaro no topo representa o Espírito Santo!”

Curtis adorou o drama inerente às tarefas de um dia Kwakiutl. A caça ao leão marinho era cheia de tensão, uma perseguição de vida ou morte a um mamífero de uma tonelada num mar revolto. Um funeral naquela parte do mundo poderia fazer um velório irlandês parecer sedativo, e com frequência durava três dias, tendo um potlatch como ponto alto. E aqueles guerreiros navais em canoas decoradas eram a cena perfeita para um filme. Ainda que Curtis quisesse mostrar os Kwakiutl na época antes da navegação de George Vancouver através do Estreito da Georgia em 1792, ele também intencionava contar uma história bem amarrada e emocionante. Uma que ele e Myers haviam gravado durante encontros anteriores com os Kwakiutl era especialmente mítica e indígena, mas também universal: era sobre a jornada de um homem jovem em busca do amor e da retribuição. O filme deveria seguir Motana, um dos filhos do chefe tribal, numa jornada semelhante às dos gregos antigos. Motana ama Naida e quer desposá-la. Ele aborrece os espíritos uma noite ao pensar em seu amor durante um período de abstinência. Agora ele deve agir ou perecer. Para aplacar os deuses, ele deve matar uma baleia e um leão marinho, sozinho. Sua odisseia o conduz a uma batalha contra o clã rival dos caçadores de cabeça, ambientando um ousado ataque – o clímax – e a vitória, com festejos e a celebração de um grande casamento. Em boa medida, Curtis acrescentou um toque quase trágico ao final.




Como os Kwakiutl de 1914 não se vestissem diferentemente do canadense branco comum vivendo numa pequena cidade costeira, Curtis e sua equipe vestiram os índios com saias de lontra marinha e capas de casca de cedro, concebidas por Hunt seguindo as orientações dos nativos. A produção do filme também patrocinou totens recém esculpidos, uma canoa de guerra de cinquenta pés e uma variedade de máscaras e acessórios. Anéis de pressão para nariz e perucas foram distribuídas. Um protagonista foi escalado – Motana foi interpretado por Stanley, filho de Hunt. Três mulheres Kwakiutl atuaram no papel do objeto do amor de Motana, devido a membros familiares se oporem e impedirem, uma e outra, de continuar participando das filmagens. Com a direção de Curtis, seu jovem ajudante Schwinke manipulando a câmera e Hunt gritando as instruções traduzidas do inglês para a língua nativa, as filmagens começaram para valer no final de maio. Ainda que fosse uma história ficcional, Curtis descrevia seu filme como uma saga de não-ficção, uma tentativa de documentar (ou recriar) como era a vida marítima dos índios do Pacífico antes do contato com os brancos. Eles filmaram por três meses, trabalhando todos os dias na longa luz do norte.
 “Nossas atividades são de tal natureza que deveriam ser chamadas de tarefas ao invés de trabalho, mas tudo corre muito bem”, como Curtis escreveu a Hodge na noite do solstício de verão.
As filmagens mais difíceis seriam as cenas de ação no mar, e para isso necessitariam da cooperação de alguns animais. Curtis comprou, de um comerciante a norte de Prince Hupert, uma enorme carcaça de baleia recentemente sacrificada, e a rebocou até a aldeia Kwakiutl. A baleia funcionou bem para a cena de caça, e Curtis estava tão orgulhoso de seu troféu que posou para uma foto em frente à bocarra do bicho. Ele parece pequeno em comparação, mas o orgulho transparece em seu rosto.
Para as filmagens do leão marinho, Curtis, Myers e Stanley Hunt partiram para um local de procriação há milhas de distância da praia e fizeram vigília. Lá, os leões, alguns deles pesando quase uma tonelada e medindo mais de quatro metros, se arrastaram para fora de uma ranhura de terra exposta chamada Devil Rock. A equipe escalou a pedra, que Curtis calculou medir uns 90 por 150 metros. Curtis se maravilhou com a algazarra de latidos dos colossais leões, os machos rondando seus haréns, como senhores do Pacífico Norte, e as fêmeas menores no cio. O trio descarregou os pacotes com as câmeras, comida desidratada, cadernos de anotações, uma barraca e colchonetes, e Hunt remou para longe, planejando pegá-los de volta no dia seguinte. Eles intencionavam passar a noite para poder filmar os leões ao menos duas vezes na maré baixa. O barco mal tinha acabado de sair quando Curtis fez uma descoberta surpreendente: não havia vida vegetal na ilha. Não havia samambaias, nem pequenos arbustos, nem grama, e nem mesmo lodo de praia. Ao invés disso, encontraram anêmonas, piscinas naturais formadas pela maré baixa e mexilhões brilhantes agarrados às rochas molhadas.
“Você entende a situação?”, perguntou Myers, com algum pânico em sua voz. “Não há madeira flutuante nesta ilha!”
O mapa que tinham demonstrava ter a Devil Rock quarenta pés acima do nível do mar. E quando eles desembarcaram na maré baixa, aquilo parecia preciso. Mas agora era claro que aquele pedaço de terra submergiria completamente na maré alta.
“Sim, Myers. Eu entendo.”
Pouco importava se o mapa era incerto ou se estavam numa ilha errada. Eles estavam no meio da tarde. À meia-noite, nos cálculos de Curtis, eles estariam afogados. A temperatura da água naquela parte das ilhas Queen Charlotte é raramente acima de 4,5 graus Celsius, mesmo nos meses mais quentes. Uma pessoa poderia viver por aproximadamente trinta minutos antes de sofrer uma severa hipotermia, e então morrer. Olhando em volta, Curtis não encontraria um tronco perdido com o qual poderia improvisar uma jangada primitiva ou um flutuador. Ainda assim, eles trabalharam filmando o ritual violento dos leões – magníficas sequências, jamais vistas em uma tela. Então eles foram para o terreno mais alto e esperaram. Quando a noite caiu, a borda da ilha desapareceu. Eles embrulharam as câmeras em mais dois ou três envoltórios. O pôr-do-sol era tarde, bem depois das 10 da noite, e a terra sob seus pés desapareceu antes da luz. Próximo à meia-noite, o mar era calmo, mas a água cobriu Devil Rock completamente. De onde eles estavam, não viam nada, a não ser a superfície lisa e cinzenta do Pacífico. Um vento leve soprou, e os leões marinhos deram as caras por ali. O vapor do mar pulverizou suas faces. A água avançou e invadiu suas botas, até os tornozelos, e depois até os joelhos. A maré chegaria ao seu máximo – mas quando? O medo era que uma grande onda surgisse logo e os carregasse para o mar. Eles estremeceram. Naquela profunda noite de verão, por volta de uma hora antes dos primeiros raios rosas de um novo dia aparecerem no leste, o oceano se estabilizou logo abaixo de suas cinturas.
De Prince Rupert, as autoridades canadenses enviaram um grupo de busca. O grande Edward Curtis há muito se demorava, e foi dado como perdido em meio à névoa desorientadora das ilhas Queen Charlotte. A história foi divulgada por telégrafo e as agências de notícia a espalharam. O New York Times preparou um longo obituário adulatório.
Quando Hunt chegou na manhã seguinte em sua grande canoa, ele encontrou uma trêmula e úmida equipe de cineastas, e seu filho mais jovem sem uma gota de sangue nas faces. Eles tinham hematomas causados pelos tropeços nas pedras escorregadias, estavam exaustos por causa da tensão noturna, mas ainda assim aparentavam estar bem. O filme havia sido salvo.
Hunt começou a rir. “Eu pensei que vocês estivessem todos mortos!”
Assim pensou também o New York Times. Um escritor que havia entrevistado Curtis para um perfil tinha assinado o obituário. Ele gastou vários dias no artigo antes das notícias sobre Curtis ter sobrevivido. Meses mais tarde, quando encontrou Curtis em Nova York, ele o repreendeu.
“Na próxima vez em que se afogar,” disse a Curtis, “por favor, continue afogado.”





Eles filmaram 112 cenas no total, o suficiente para, depois de editado, obter seis rolos, perfazendo uma hora. Pelo fim de julho, Curtis tinha seu filme acabado, incluindo as cenas de batalha: confrontos entre os clãs usando lanças e bastões de madeira. Ao mesmo tempo, as poderosas monarquias da velha Europa e os rígidos governantes do Império Otomano iam à guerra com estardalhaço. O assassinato do arquiduque Ferdinand da Áustria, em 29 de junho de 1914, foi a primeira faísca. Logo, quatro dos maiores impérios mundiais seriam atraídos para a carnificina fazendo uso de medonhos armamentos industriais, num conflito que terminaria no colapso de dois desses impérios. Para Curtis, feliz por ter finalizado In the Land of the Head-Hunter (“Na terra dos caçadores de cabeça”), as armas da Primeira Grande Guerra não poderiam estar mais distantes. Ele fez as malas e zarpou para Seattle.

O filme estreou em Nova York e Seattle em dezembro de 1914. O trabalho de edição foi exaustivo, muito mais do que Curtis esperava, uma vez que ele havia adicionado efeitos de colorização de algumas sequências, uma tarefa que toma tempo.
Na première do filme, Curtis contratou uma orquestra que tocou uma peça composta por John J. Braham, que era conhecido por seu trabalho com Gilbert e Sullivan. Braham havia trabalhado em cima de músicas Kwakiutl gravadas em cilindro de cera que Curtis lhe fornecera. Os pôsteres do filme mostravam esculturas gigantes de cabeças de corvos engolindo um homem quase nu; o que parecia um protótipo 3D, propagandeava: “Oito mil pés de imagens coloridas do maior fotógrafo do mundo!” Os folhetos de divulgação proclamavam: “Todos os participantes são indígenas e todos os incidentes são fatos reais na vida dos nativos.” Um slogan em um pôster dizia:

Um romance aborígene
A maravilha de Edward Curtis
Um drama indígena em imagens

O filme foi um sucesso – entre os críticos. “Uma joia da arte cinematográfica”, escreveu W. Stephen Bush. “O Sr. Curtis encontrou o atalho da genialidade. E ele é extremamente bem sucedido onde outros falharam miseravelmente.” E acrescentou: “Eu afirmo conscientemente quando digo que esta produção estabelece um novo marco na manipulação artística de filmes em que os valores educacionais se misturam ao interesse dramático... Não se trata de um nickelodeon ou qualquer coisa sem valor. Pelo contrário, deve ser bem acolhido pela melhores casas... aquelas que querem dar a seus clientes algo especial.” O poeta Vachel Lindsay, escrevendo em uma publicação sobre filmes, elogiou Curtis por sua “suprema façanha artística” e deu a ele os créditos por ter inovado em vários quesitos: locações de filmagem, enredo, elenco nativo. Até mesmo os estudiosos acenaram com críticas positivas. “Os cenários, os figurinos e até mesmo as ações foram etnologicamente corretos e o interesse dramático da obra foi bem sustentado”, escreveu Alanson Skinner, do Museu Americano de História Natural, em um comentário a Curtis. “Eu acho que você foi bem sucedido em dar vida à etnologia.” No início da exibição no Casino Theatre em Nova York – com ingressos a 25 centavos para a matinê e 50 centavos para a noturna – multidões aplaudiram o filme de pé. Plateias gostaram especialmente das cenas dos leões marinhos em Devil Rock. O New York Times elogiou o enredo narrado “inteiramente do ponto de vista indígena” e maravilharam-se com as sequências colorizadas, creditando a Curtis um real avanço na arte cinematográfica por ter ele criado “novos sistemas de cores”. No Moore Theatre em Seattle, a reação foi igualmente forte. “Uma história poderosa e emocionante”, escreveu um crítico para o jornal Post-Intelligencer. “Uma genuína sensação.” O tabloide de show business Variety se surpreendeu com o realismo, demonstrando admiração pelo fato de que todos os atores do filme eram “autênticos índios americanos” (ainda que na verdade fossem índios canadenses).
A produção do filme estourara o orçamento – o custo total excedeu em 75 mil dólares – o que já era esperado. Uma temporada de uma semana em meia dúzia de cidades arrecadou U$ 3.269,00 – nada desastroso, mas tampouco promissor. Mas uma disputa com um distribuidor para ver quem pagaria pelo lançamento do filme em grande escala o colocou no limbo. O filme ficou interditado, por conta dos litígios. Curtis mal acreditava no que estava acontecendo. Ele havia produzido uma nova obra-prima, como as pessoas diziam, e ninguém mais iria vê-la. Todas aquelas cenas, filmadas pela primeira vez, iriam apodrecer em um porão qualquer? Os investidores, a quem haviam sido prometidos retornos consideráveis, levantaram a voz. Curtis perdera o sono, não se alimentava direito. Ele gastou as solas de seus sapatos andando de um lado para o outro em seu quarto no Belmont e consumiu as linhas telefônicas e telegráficas da cidade enquanto processava o distribuidor, alegando quebra de contrato. Mas o processo não chegaria a lugar algum. Enquanto isso, In the Land of the Head-Hunters ficou sob a custódia dos tribunais.
“Estou lutando pela minha vida e tentando respirar e, ao mesmo tempo, estou trabalhando tão duro que me sinto desgastado para além do limite”, Curtis escreveu a Hodge.

Oito anos depois de In the Land of the Head-Hunters ter surgido e misteriosamente desaparecido, um filme mudo intitulado Nanook of the North – a story of love and life in the actual Artic (“Nanook do norte – uma história de amor e vida no Ártico real”) foi lançado nos cinemas pelo mundo. Seu diretor, Robert Flaherty, havia estudado o filme de Curtis frame por frame e passado uma tarde com Curtis, perguntando-o sobre seus métodos, suas ideias para locação, como trabalhar com o povo nativo. Flaherty tentara fazer um filme sobre os Esquimós, ao mesmo tempo em que Curtis estava terminando “Os Caçadores de Cabeças”, e seu resultado anterior fora medíocre. Como uma cortesia profissional, Curtis explicou como construiu os cenários baseando-se em modelos nativos, contratou somente atores indígenas e no geral tentou criar um mundo perdido de um modo autêntico. Quando Flaherty foi fazer Nanook, ele seguiu o modelo de Curtis. O filme foi rodado próximo à Baía de Hudson. Iglus foram construídos. Indumentárias ao modo antigo foram feitas especialmente para o filme. Cenas mostravam a caça tradicional, a construção de abrigo e a preparação da carne, e incluíam uma sequência excitante com Nanook caçando focas usando um arpão. O filme de Flaherty foi um grande sucesso, e ele foi creditado como tendo feito o primeiro documentário de longa-metragem.

Tradução: Charles Bicalho

16 de jul. de 2014

Design indígena mineiro


"Pajé Filmes: a presença de um design indígena mineiro na mídia" é o título do artigo escrito por Charles Bicalho e Isael Maxakali para o I Colóquio Nacional de Design, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Design da Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais, presente aqui à página 256 dos anais do evento, ocorrido em 2011 em Belo Horizonte:
http://coloquiodesign.com.br/wp-content/uploads/2013/06/COLOQUIO.DESIGN_Anais_2011.pdf

15 de jul. de 2014

Mitocinema

"Dioniso nos vem à lembrança. Os mitos e mistérios do Dioniso dilacerado, cujos membros se recompõem num Dioniso transfigurado. Esse é o verdadeiro limiar em que nasce a arte do teatro, da qual, mais tarde, sairá a arte do cinema."

Eisenstein

Cinema-ritual

"No cinema, a ação ritual transforma-se em tema figurativo, e a faca sacrificial é substituída pela tesoura do montador. A decomposição e a recomposição das figuras, permitidas pelo cinema, nada mais são do que a roupagem profana de uma concepção mitológica da imagem, que dá forma à explicação do tempo, abrindo as categorias do ser para o abalo do devir."

Philippe-Alain Michaud

9 de jul. de 2014

Asinabka Film Festival 2014



Como no ano passado, quando Xupapoynãg foi selecionado para o mesmo Festival, neste ano, Yãmîy, mais um filme de Isael Maxakali, produzido pela Pajé Filmes, foi selecionado para exibição no Asinabka Film Festival, que acontece de 23 a 27 de julho de 2014, em Ottawa, no Canadá. Yãmîy será exibido na sessão "Flores Vivas" do Uprooted: Short Film Program, no sábado 26 de julho, no Canadian Museum of Nature.
Maiores informações, como a programação completa do Asinabka Film Festival, podem ser encontradas no site do Festival:
http://asinabkafestival.org/Film.html

22 de abr. de 2014

Dia do Índio na Aldeia Verde Maxakali


No domingo último, dia 19 de abril, realizou-se na Aldeia Verde Maxakali, localizada no município de Ladainha, em Minas Gerais, a tradicional Festa do Dia do Índio. Encabeçada pelo casal Isael e Sueli Maxakali, com a participação de toda a Comunidade Maxakali de Aldeia Verde, a Festa atrai um público variado da região de Ladainha.


Israel Maxakali, pajé da Aldeia do Pradinho, localizada no município de Bertópolis - outro dos quatro territórios maxakalis em Minas - veio acompanhado de uma turma para celebrar com os parentes da Aldeia Verde os cantos de Tatakox (lagarta), Putuxop (papagaio) e Kuptap (urubu), num ritual que dura todo o dia e inclui almoço, venda de artesanato, jogos e outras atividades.


As filmagens ficaram a cargo de Isael, seus filhos Alessandro e Cassiano, bem como de outros membros da comunidade munidos de câmeras.

14 de abr. de 2014

First Nations Film and Video Festival (FNFVF)




Repetindo a façanha do ano passado, quando teve dois de seus filmes, Kotkuphi e Xupapoynãg, selecionados para o First Nations Film and Video Festival (FNFVF), que acontece em Chicago nos Estados Unidos, desta vez Isael Maxakali teve outros dois filmes selecionados para a edição 2014 do Festival: Yãmîy e Mîmãnãm.
Maiores informações podem ser encontradas no site do FNFVF: http://www.fnfvf.org/blog/

6 de abr. de 2014

I Mostra Audiovisual - Olhares Indígenas


Xupapoynãg e Kotkuphi, dois filmes de Isael Maxakali, participam da I Mostra Audiovisual - Olhares Indígenas.

Com o objetivo de aproximar a sociedade curitibana sobre as culturas indígenas do Brasil, a I Mostra Audiovisual – Olhares Indígenas ocorre entre os dias 14 e 19 de abril em diversos espaços culturais da capital paranaense, com o intuito de pluralizar o acesso e a divulgação de 16 filmes produzidos em diversas regiões do país e com entrada gratuita em todas as exibições. Além dos filmes em formato, longa e curta-metragem, o evento recebe ainda palestras e apresentações culturais. A Mostra ocorre paralelamente ao Abril Indígena, evento nacional em alusão ao Dia do índio, que ocorre no dia 19 com uma programação especial na Cinemateca.

Informações completas podem ser encontradas no site:
http://www.arpinsul.org.br/sessao/14/olhares-indigenas-/

18 de fev. de 2014

FACA - Festa de Antropologia, Cinema e Arte




Temos o prazer de informar que o filme Xupapoynãg, mais uma produção da Pajé Filmes, com direção de Isael Maxakali, foi selecionado para ser exibido na FACA - Festa de Antropologia, Cinema e Arte, que terá lugar entre os dias 6 e 9 de março de 2014, em Lisboa, Portugal. O filme será exibido na quarta-feira, dia 6 de março, às 21:30, na Galeria Zé dos Bois, situada no central Bairro Alto.
Mais informações no site do festival: http://faca2014.wordpress.com/

20 de jan. de 2014

AluCine


Xupapoynãg, filme de Isael Maxakali, foi selecionado para participar  do AluCine – Toronto Latin Film and Media Arts Festival, que se realizará de 03 a 12 de abril de 2014, na Art Gallery of Ontario, na cidade de Toronto, no Canadá.
Maiores informações sobre o Festival no site: http://alucinefestival.com/ 

22 de dez. de 2013

Tradução: Pensando pensamentos indígenas (filme e contação de histórias)

Publicamos aqui a tradução de fragmentos da introdução ao livro Wiping the war paint off the lens - native american film and video, de Beverly Singer.
Beverly é do Pueblo de Santa Clara no estado do Novo México, Estados Unidos. É realizadora audiovisual e professora de estudos interculturais na Universidade do Novo México.
Intitulada "Pensando pensamentos indígenas" a introdução ao livro de Singer relaciona o fazer filmes à contação de histórias.
Boa leitura!

Uma das questões mais importantes referentes aos índios americanos é a identidade: O que é um índio? A representação enganosa do “índio” tem estado fora do controle tribal e vem sendo perpetrada por instituições americanas de cultura, política, acadêmicas e sociais, que promovem, produzem e comunicam informação ao público. Índios vêm sendo enganosamente representados em arte, histórias, ciência, literatura, filmes populares, e pela imprensa em notícias, no rádio e na televisão. Os estereótipos mais antiquados associando índios a seres selvagens, nus e ignorantes foram estabelecidos com a fundação da América e determinados por dois fatores: intolerância religiosa por diferenças culturas e espirituais, levando à destruição de culturas nativas, e rejeição das culturas indígenas, como se elas fossem desprovidas de relevância, pelos historiadores tradicionais que escrevem a história dos Estados Unidos.
            A desapropriação da presença indígena, acompanhada pelo movimento dos pioneiros em direção ao oeste e visto como a principal vitória americana, foi o resultado de uma batalha dos brancos por independência econômica, política, social e religiosa. A ideologia do “Destino Manifesto” foi a propaganda usada contra os índios para justificar nosso extermínio. O escritor mestiço D’Arcy McNickle (pertencente à tribo dos Flathead) chama a atenção para o fato de que “até a terceira década do presente século a política indigenista era enraizada na ideia de que os índios desapareceriam”. A percepção duradoura dos índios como inimigos que tendem à extinção facilitou o caminho para qualquer um criar estereótipos  relativos aos índios e excluir qualquer tratamento sério ou estudo sobre nós. Desafiado por esta história desfavorável, este livro se baseia no conhecimento e na interpretação de pessoas nativas que têm trabalhado para compartilhar da totalidade da história americana em nossas imagens.
            Este estudo é fruto de meu interesse na contação de história tribal como um modo de transferência de informação cultural e em sua interseção com o crescimento do número de realizadores audiovisuais nativo-americanos. Ao longo dos últimos vinte anos nativo-americanos têm feito alguns filmes e vídeos extraordinários. Minha discussão desses filmes e vídeos se deve à condição e experiência de ser eu mesma tanto nativo-americana quanto realizadora audiovisual. Como realizadores audiovisuais nativo-americanos, nós temos batalhado para fazer nossos filmes, lutando contra recursos limitados e para desfazer estereótipos populares que nos apresentam como não inteligentes e sempre se referindo a nós antes no passado do que como pessoas que habitam o presente. O que realmente importa para nós é que somos hábeis para contar nossas histórias, em qualquer forma que escolhemos. Com isso não quero dizer que os brancos não possam contar uma boa história indígena, mas até bem recentemente os brancos – excluindo os nativo-americanos – têm sido as únicas pessoas com o suporte necessário e reconhecimento da sociedade para contar histórias indígenas usando a mídia cinematográfica.
            A oportunidade para remediar a falta de literatura sobre a narração de nossas próprias histórias é profundamente conectada ao fato de termos autodeterminação enquanto indígenas. É parte de um movimento social que eu chamo “soberania cultural”, que envolve acreditar nos modos antigos e adaptá-los às nossas vidas no presente. Esses direitos e tradições incluem defender nossos direitos de nascença, como acordados em tratados, falar nossa língua tribal, praticar os métodos ancestrais de cultivar alimentos, como pescar com lanças e caçar baleias, coletar ervas medicinais, e usar animais e pássaros para fins cerimoniais.
            Nossos filmes e vídeos estão ajudando a nos reconectar com relações e tradições muito antigas. Realizadores audiovisuais indígenas transmitem crenças e sentimentos que ajudam a reviver a contação de histórias e restaurar as velhas fundações. Fazendo nossos próprios filmes, seja como for, nativo-americanos ameaçam práticas tradicionais de realizadores hollywoodianos, que normalmente tiram proveito em suas carreiras criando imagens distorcidas e desonestas dos índios. Em minha própria experiência como realizadora, eu tenho sentido às vezes como se eu estivesse invadindo a profissão mais entranhadamente branca.
Um elemento fundamental de meu trabalho é que eu evito usar categorias tradicionais para discutir filmes e vídeos indígenas. Termos que identificam filmes como “vanguarda”, “documentário”, ou “etnográfico”, limitam o entendimento e a informação contida nos filmes e vídeos indígenas, e não são categorias naturais de acordo com nossa experiência. Ao evitar comparações entre culturas ameríndias e termos culturais branco-euro-americanos dominantes, este estudo avança no diálogo sobre a influência da cultura nativa na realização de filmes. A estrutura social e os sistemas de crenças nativos são diferentes do método científico euro-ocidental de obter dados visando resolver um problema. Seja qual for o rótulo – aborígene, ameríndio, nativo-americano – nós estamos cansados de ser referidos como o “problema indígena”. Portanto, minha solução começa com uma “solução indígena”.
A tradição oral é fundamental para se entender o filme e o vídeo indígena, e como nos experimentamos a verdade, transmitimos conhecimento, compartilhamos informação, e sorrimos. A prática de contação de histórias tradicionais dos nativo americanos e suas histórias orais são uma chave mestra para a recuperação de nossa identidade autêntica. Leslie Marmon Silko (escritor Laguna) acredita que a habilidade para se contar histórias é um modo de vida dos Pueblos (povos indígenas do sudoeste norte-americano). Ela acredita que histórias antigas, assim como as histórias ainda inéditas, pertencem à mesma fonte criativa, que mantém as pessoas unidas. Além do mais, ela afirma que “a história de origem funciona basicamente como um formador de identidade: com a história, nós sabemos quem somos.” Simon Ortiz (Acoma Pueblo) escreve que em sua experiência o poder das histórias – tal como as histórias de origem compartilhadas pelas pessoas do Pueblo – são aquelas palavras recebidas de um contador de histórias e que “seguem seu próprio caminho”. Criar uma história assim se torna uma linguagem de experiência, sensação, História e imaginação. A contação de histórias hoje em dia continua a prática de uma arte que remonta a incontáveis gerações passadas e garante que as histórias sejam levadas ao futuro.
Que a tradição oral é um processo contínuo de envolvimento é visível nos filmes e vídeos aborígenes e nativo americanos, que são extensões do passado em nossas vidas correntes. Além disso, a contação de histórias pode também nos conectar ao universo da medicina – de poderes paranormais ou sagrados. Contadores de histórias são tidos em alta conta por terem o poder de curar o espírito. Uma das razões de se fazer filmes é curar as rupturas do passado, reconhecendo que aquele que vê é o grande responsável por essa cura.

Tradução: Charles Bicalho

11 de nov. de 2013

Festival Pachamama


Kotkuphi e Xupapoynãg, dois filmes de Isael Maxakali, estão na Mostra Competitiva de Cine Comunitário Stefan Kaspar, do IV Festival Internacional Pachamama - Cinema de Fronteira. Infos adicionais no site: http://cinemadefronteira.com.br/.

26 de out. de 2013

V CineCreed

Xupapoynãg, filme de Isael Maxakali, produção da Pajé Filmes, foi selecionado para a mostra competitiva do V CineCreed – Mostra de Filmes Digitais. Produzido pelo Programa Exibição de Cinema Social (PRECISO), o evento acontece ao ar livre na área prisional do Centro de Reeducação da Polícia Militar de Pernambuco (CREED), localizada no bairro de Caetés II, município de Abreu e Lima, estado de Pernambuco, nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2013
O CineCreed concede prêmios nos valores de R$ 1000,00, R$ 600,00 e R$ 400,00 respectivamente para primeiro, segundo e terceiro lugares.
Maiores informações com os coordenadores do PRECISO – Programa Exibição de Cinema Social no site www.precisope.com.br, ou pelo e-mail precisope@hotmail.com.

13 de out. de 2013

Festival Internacional de Cine y Video Mapuche y del Abya Yala - Fantepu



"Xupapoynãg", filme de Isael Maxakali, produzido pela Pajé Filmes, foi selecionado para participar da primeira edição do Festival Internacional de Cine y Video Mapuche y del Abya Yala - Fantepu, que acontecerá na cidade de Temuco-Wallmapu, no Chile, de 4 a 9 de novembro de 2013.
Maiores informações no site do Festival: http://fantepuvideomapuche.blogspot.com/.

18 de set. de 2013

First Nations Film and Video Festival


"Kotkuphi" e "Xupapoynãg", dois filmes de Isael Maxakali, produzidos pela Pajé Filmes, foram selecionados para participar do First Nations Film and Video Festival, que acontece de 01 a 10 de novembro deste ano em Chicago, EUA. Com a missão de quebrar estereótipos raciais e culturais e promover a consciência sobre o Ameríndio contemporâneo, o Festival exibe filmes de gêneros variados, incluindo terror e ficção científica. Maiores informações podem ser encontradas no blog do Festival: http://www.fnfvf.org/blog/.

6 de set. de 2013

Muestra de Cine y Video Indígena Daupará 2013



Kotkuphi, filme de Isael Maxakali, produzido pela Pajé Filmes, foi selecionado para fazer parte da Muestra de Cine y Video Indígena Daupará 2013, que acontece de 14 a 17 de novembro em Bogotá, Colômbia.
Maiores informações sobre a Mostra devem ser encontradas no site http://daupara.org/.

16 de jul. de 2013

XXIV Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo


XUPAPOYNÃG, filme de Isael Maxakali, produzido pela Pajé Filmes, foi selecionado para o XXIV Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, que acontece de 22 a 30 de agosto. Organizado pela Associação Cultural Kinoforum, o Festival é um dos maiores e mais tradicionais eventos dedicados ao formato de curta metragem no mundo. "Xupapoynãg" fará parte da Mostra Online Kinooikos.
Maiores detalhes e programação completa podem ser acessados no site do Kinoforum: http://www.kinoforum.org.br/curtas/2013/

17 de jun. de 2013

7º MUESTRA DE CINE + VÍDEO INDÍGENA



"Xupapoynãg" e "Kotkuphi", dois filmes de Isael Maxakali, produzidos pela Pajé Filmes, foram selecionados para a 7mª Muestra Cine + Video Indígena, que se realizará entre os dias 20 e 28 de junho nas salas da Cineteca Nacional no Centro Cultural La Moneda em Santiago no Chile. A mostra é promovida pela Cineteca Nacional e o Museo Chileno de Arte Precolombino e reúne 83 trabalhos audiovisuais relativos ao mundo indígena americano.
Maiores informações e programação completa no site do Museo Chileno de Arte Precolombino:
http://www.precolombino.cl/museo/noticias/7ma-muestra-de-cine-y-video-indigena/

31 de mai. de 2013

Asinabka Film & Media Arts Festival



Xupapoynãg, filme de Isael Maxakali, foi selecionado para participar do Asinabka Film & Media Arts Festival, festival de cinema indígena que acontece em Ottawa, no Canadá, de 24 a 28 de julho. O filme fará parte de um programa chamado "Mulheres Valentes", e será exibido em auditório da Galeria Nacional do Canadá no sábado, 27 de julho.

Maiores informações e programação completa sobre o Cinema Indígena do Asinabka Festival no site: http://asinabkafestival.org/FILMS.html

26 de abr. de 2013

O pajé

"O pajé foi o primeiro guardador de sonhos, o primeiro artista, o primeiro poeta, o primeiro caçador, o primeiro doutor, o primeiro dançarino, cantor e professor. Se por um lado o pajé personifica o artista visionário arquetípico, tais potencialidades se conformam em todos e cada um de nós: cada homem, cada mulher e cada criança. Os indígenas entenderam e honraram esse potencial, esse chamado, como uma parte integral do aprendizado, do ser, e do tornar-se completo."

Do livro "Look To The Mountain", de Gregory Cajete, índio Tewa do Pueblo de Santa Clara no Novo México, Estados Unidos. Diretor de Estudos Nativo Americanos na Universidade do Novo México. 

7 de abr. de 2013

"Os mitos são
uma espécie de nostalgia
da comunicação perdida."
Viveiros de Castro

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/12/antropologia-renovada/

4 de mar. de 2013

Simpósio sobre Direitos Humanos

A Pajé Filmes participará, no próximo dia 07, de Simpósio sobre Direitos Humanos na Universidade do Novo México, onde serão exibidos e debatidos dois filmes de Isael Maxakali: "Kotkuphi" e "Xupapoynãg".

Maiores informações sobre o Simpósio:

Human Rights Symposium
Human Ecologies of Ethnicity, Race and Memory in Human Rights Discourse
March 7th & 8th, 2013

Please join us on March 7th and 8th in the Willard Room of Zimmerman Library on the University of New Mexico Albuquerque campus for our first annual Human Rights Symposium.  The symposium will confront three pivotal issues in contemporary human rights: memory and transitional justice; indigenous and environmental rights and race and human rights.  On March 7th, cultural critics Rebecca Atencio (Tulane University) and Idelber Avelar (Tulane University), internationally renowned Afro-Brazilian writer Ana Maria Gonçalves, and Brazilian scholar and filmmaker Charles Bicalho will address the aforementioned issues vis-à-vis human rights.  On March 7th in the evening Dr. Charles Bicalho will screen Kotkuphi (2011) and Xupapoynãg (2011). On March 8th, selected graduate student papers will be read on a variety of issues that confront themes of human rights.

March 7th
2 – 4 Willard Room
·      Rebecca Atencio: “A Reading of Brazil’s 1st State-Sponsored Report on Dictatorship-era Political Deaths & Disappearances”
·      Ana Maria Gonçalves: “Racism and Human Rights”

4 - 6 Willard Room
·      Idelber Avelar: “Non-Human Rights: Amerindian Perspectivism and the Critique of Anthropocentrism”
·      Charles Bicalho: “Native American Filmmakers and Their Right to Modernity”

6-7 Waters Room
·      Film Screening of Kotkuphi (2011) and Xupapoynãg (2011) with Charles Bicalho

March 8th:
2-3:10
·      Marina Todeschini: “Moral Restoration Through Transitional Justice: A Comparison Between Argentina, Chile and Brazil”
·      Samuel Johnson: “Revolution and Religion: Liberation Theology and El Salvador's Civil War”
·      Amanda Hooker: “Enacting Citizenship Through Social Mobilization: The Nasa People's Struggle for Rights and Autonomy”
·      Fiorella Vera Adrianzen: “Urban Mobilization in Solidarity with Amazonian Indigenous Peoples”
3:10-3:40
Discussion

3:40-4:30
·      Viviane Faria “O menino que se trancou na geladeira: A Panoramic Picture of a Nation!”
·      Ailesha Ringer: “Inverting and Supporting Brazilian Racial Stereotypes in: A Casa de Alice”
·      Juliana Todescan: “Gender Relations in Brazil and Their Representation in A casa de Alice”
4:30-5
Discussion

30 de jan. de 2013

Pajé Filmes e UNM: Encontros do Novo Mundo

 

A Pajé Filmes realizou sessões comentadas de dois filmes de Isael Maxakali, dentro da programação do curso "Encontros do Novo Mundo", ministrado pela Professora Margo Milleret, do Departamento de Espanhol e Português da Universidade do Novo México.
 


Os filmes exibidos e debatidos foram "Kotkuphi", exibido no dia 23/01, e "Xupapoynãg", exibido no dia 28/01. O curso é voltado a alunos de graduação e pós-graduação da Universidade.

27 de nov. de 2012

"Kotkuphi" no FestVideo em Teresina

 

 
"Kotkuphi", produçao da Paje Filmes, com direçao de Isael Maxakali, foi selecionado para participar da XVIII ediçao do FestVideo, em Teresina, Piaui.
Promovido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o Festival de Vídeo de Teresina tem como objetivo possibilitar aos produtores de vídeo a divulgação de suas criações, assim como premiar aqueles que forem considerados mais representativos em suas categorias.


10 de nov. de 2012

IX Festival Internacional de Cortometrajes Perú

"Kotkuphi" e "Xupapoynag", dois filmes de Isael Maxakali, foram selecionados para participar do IX Festival Internacional de Cortometrajes Perú, que se realiza de 14 a 17 de novembro na regiao de Lambayeque, no Perú.
Maiores informaçoes e programaçao completa no site:

http://www.limagris.com/?p=9728