26 de jul. de 2026

Kakxop pahok nos festivais


Eis os festivais, dentre outros eventos, de que nosso filme Kakxop pahok: as crianças cegas (2025) participou até o momento:

1.

VIII Encontro Intercultural de Literaturas Ameríndias (EILA), no Museu da Imagem e do Som (MIS), Belo Horizonte, 10 de setembro de 2025 (pré-estreia)

Cerimônia de lançamento no Espaço Cultural da Escola de Design da UEMG, Belo Horizonte, 09 de outubro de 2025

XIII Festival Curta Brasília, Mostra Interanima, Brasília, 2025

XXIX Mostra de Cinema de Tiradentes, Mostra Foco, 2026

XXIX Mostra de Cinema de Tiradentes – São Paulo, Mostra Foco, 2026

XV Mostra Ecofalante de Cinema, São Paulo, 2026

Indigenous History, Languages & Cultures Week, Pardee School of Global Studies and Center for Latin American Studies, Boston University, Boston, Massachusetts, USA, April 07th, 2026

Festival de Cinema Indígena Tendy Koatiara Nhembo'esaba, Rio de Janeiro, 2026

2ª Semana dos Povos Indígenas, realizada pelo Circuito Banco do Nordeste Cultural, pelo Museu do Diamante e pelo Lapidário das Artes, Diamantina, MG, 2026

X Festival Ecrã, Rio de Janeiro, 2026

2ª ECOA – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus, 2026

VÔTI VÉI! Festival Internacional de Cinema Fantástico de Araçatuba, São Paulo, 2026

XXXVII Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, 2026

Cine Cajá, Cabo Frio, Rio de Janeiro, Brasil, 2026

IX Mostra SESC de Cinema, Belo Horizonte e Porto Alegre, Brasil, 2026

XVI Mostra Curta Campinas, São Paulo, 2026

XXVIII Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (FestCurtasBH), 2026

XVIII Macacu Cine, Rio de Janeiro, 2026





7 de jul. de 2026

Kakxop pahok em resenha de Pablo Gamba para Los Experimentos

Por ocasião da exibição do filme no Festival Ecrã no Rio de Janeiro no mês passado, Kakxop pahok: as crianças cegas (2025) foi foco da análise de Pablo Gamba para o site Los Experimentos - Cine Latinoamericano.




O autor destaca que "que la historia y la estética desafían la expectativa etnográfica y el paternalismo cultural biempensante".

Para ele ainda a Trilogia Hãmnõgnõy, de que Kakxop pahok é a conclusão, se caracteriza como um “lado B necesario del indigenismo".

Para ler o artigo completo, basta acessá-lo aqui: https://www.losexperimentoscine.com/2026/07/kakxop-pahok-as-criancas-cegas-de.html

7 de abr. de 2026

Kakxop pahok na Universidade de Boston

 


Kakxop pahok: as crianças cegas (2025) foi exibido e debatido hoje na Indigenous History, Languages & Cultures Week (Semana das Histórias, Línguas & Culturas Indígenas), evento que ocorre de 07 a 09 de abril na Universidade de Boston, nos Estados Unidos.

A Indigenous Week é organizada pelas professoras Célia Bianconi e María Datel, da Universidade de Boston, e promovida pelo Center for Latin American Studies, do Frederick S. Pardee School of Global Studies, e pelo departamento de Romance Studies do College of Arts & Sciences da Universidade.

Participaram do debate on line os diretores do filme, Cassiano Maxakali e Charles Bicalho, além de Sueli Maxakali, diretamente da aldeia Escola-Floresta no município de Teófilo Otoni, Minas Gerais.

2 de fev. de 2026

Folha de São Paulo menciona Kakxop Pahok

 O caderno Ilustrada, da Folha de São Paulo, também menciona Kakxop Pahok:

'A coletividade assumiu traços míticos em "Kakxop Pahok: As Crianças Cegas", animação de Charles Bicalho e Cassiano Maxakali, a partir de uma narrativa do povo indígena da Aldeia Escola Floresta, em Teófilo Otoni, interior de Minas Gerais.

Trata, em suma, do castigo imerecido e da vingança de três meninos pequenos, obrigados a deitar com as mães uns dos outros após seus pais terem saído para caçar e não voltado. Mas um dia os homens retornam e decidem arrancar os olhos de dois deles, e apenas um olho do rapazinho que ainda consideram virgem. Com esse resto de visão, ele conduzirá seus pares para o fundo do mar, onde um grande peixe os ajudará a matarem seus pais.
Para Bicalho, o mito originário repercute uma leitura do anti-Édipo, iluminada pelos costumes, cores e a língua dos Maxakali, com quem trabalha há muitos anos. Este, aliás, é o terceiro filme de uma trilogia, com desenhos produzidos pelos próprios indígenas da aldeia."

https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/amor-bruto-solidao-e-ideias-de-coletividade-costuram-curtas-em-tiradentes.shtml


Cinema Escrito comenta Kakxop Pahok

Outro veículo que comentou nosso filme Kakxop Pahok foi o Cinema Escrito:

Outros destaques do programa ‘Foco’ na noite de ontem foram a animação indígena, codirigida por Cassiano Maxakali e Charles Bicalho, chamado Kakxop pahok: As crianças cegas que, com sua estética simples e enredo punk-rock para a lógica familiar dos brancos, chacoalhou a plateia do Cine-Tenda.

https://www.cinemaescrito.com/2026/01/29a-tiradentes-2029-cinema-moderno-e-outros/


Sara y Rosa comenta Kakxop Pahok

Nosso novo filme de animação Kakxop pahok: as crianças cegas (2025) acabou de participar da XXIX Mostra de Cinema de Tiradentes.

Por ocasião, encontramos alguns comentários em veículos de comunicação na Internet.

Este é do site Sara y Rosa:

"Há, por fim, o mito da vingança dos Tikmû´ûn, com a animação tarantinesca Kakxop pahok: as crianças cegas, de Cassiano Maxacali e Charles Bicalho. Os maridos não retornam após uma caçada, e suas companheiras trocam seus filhos entre si como novos parceiros. No retorno dos abandonados, uma carnificina punk rock ultrarradical aparentemente incompatível com os traços simples dos desenhos à mão se instaura. Mas os garotos, mutilados, também revidam. Horrorífico, gore e surpreendente, Kakxop pahok diz algo de uma crise mais ampla dos impulsos inconfessáveis e incontidos dos homens."

https://www.sarayrosa.com/post/29%C2%AA-mostra-de-tiradentes-devaneios-da-madrugada-notas-soltas-sobre-a-crise-dos-homens


3 de dez. de 2025

Kakxop Pahok na iDeia Design da Escola de Design da UEMG

 


Com muita satisfação informamos que nosso novo filme de animação, Kakxop pahok: as crianças cegas (2025), e, por extensão, toda a trilogia Hãmnõgnõy, foi abordado em matéria na edição 12 do magazinebook iDeia Design, uma publicação da Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).



Intitulada "Kakxop pahok: universidade e comunidade indígena se unem para criar cinema Maxakali", a matéria faz um balanço da produção do novo filme, mencionando os outro títulos da trilogia. E dá destaque ao motion de abertura do filme, desenvolvido pela designer Jade Dias Lana.



Editada pelos professores Camilo Lelis Belchior e Maria Flávia Vanucci, a iDeia Design é um projeto de extensão desenvolvido pelo Grupo de Estudos em Sistemas Sígnicos (GESSD), vinculado ao Centro de Estudos da Imagem da Escola de Design.

Sua décima segunda edição foi lançada no Espaço Cultural Escola de Design (ECED) na segunda-feira, dia 01/12.

Em breve o PDF da iDeia Design 12 estará disponível gratuitamente para download no site: https://www.revistaideiadesign.online/

30 de out. de 2025

Kakxop pahok no Cine Brasília


Nosso mais recente filme de curta-metragem de animação Kakxop pahok: as crianças cegas (2025), foi convidado e participará da Mostra Paralela de Animação do XIII Curta Brasília, que está prevista para acontecer no dia 12 de dezembro no Cine Brasília, às 15h.



O XIII Curta Brasília, que ocorrerá na capital federal de 11 a 14 de dezembrotraz uma seleção internacional e tem caráter competitivo em ficção, documentário, animação e experimental.




27 de out. de 2025

Ritualismo

O surrealismo de Buñuel e o ritualismo da Pajé Filmes



Um cão andaluz (1929), de Luis Buñuel



Kakxop pahok: as crianças cegas (Pajé Filmes, 2025)


21 de out. de 2025

Lançamento oficial de Kakxop pahok: as crianças cegas

Ocorreu no dia 09 de outubro, no Espaço Cultural da Escola de Design da Universidade de Estado de Minas Gerais (UEMG), na Praça da Liberdade em Belo Horizonte, o lançamento oficial de Kakxop pahok: as crianças cegas, o mais novo curta-metragem de animação da Pajé Filmes. O filme é mais uma produção inspirada em história tradicional do povo indígena Maxakali/Tikmû’ûn de Minas Gerais. E fecha a Trilogia Hãmnõgnõy, iniciada com Konãgxeka: o dilúvio maxakali (2016), seguido de Mãtãnãg, a encantada (2019).


Arte de divulgação do lançamento


O evento de lançamento foi promovido pela Assessoria de Comunicação (AsCom) da Escola de Design e contou com a presença de Cassiano Maxakali e seu pequeno filho Cassiel Maxakali, que vieram da aldeia Escola Floresta, no município de Teófilo Otoni, especialmente para a exibição comentada de toda a Trilogia Hãmnõgnõy.

A exibição, que aconteceu às 18 horas, contou ainda com as presenças de Jackson Abacatu, diretor de animação no projeto; Marcos Henrique Coelho, assistente de produção; e Charles Bicalho, co-diretor e coordenador de produção do curta.


Jackson Abacatu, Charles Bicalho, Cassiano Maxakali e Marcos Henrique Coelho


No debate Cassiano comentou da importância de se transformarem as histórias tradicionais de seu povo em filmes: uma vez que praticamente todos na aldeia se interessam por produtos audiovisuais, tendo acesso eventual a programações televisivas e ao fluxo da internet (a aldeia conta com instalações elétricas), é muito satisfatório que eles tenham sua própria produção neste meio de comunicação. Especialmente às crianças agradam os desenhos animados que contam suas histórias tradicionais.


Jackson Abacatu fala no lançamento de Kakxop pahok

Também no debate após a exibição dos três filmes, Jackson Abacatu desvelou os meandros do processo de animação, que toma como base os desenhos realizados pelos Maxakali em oficina de ilustração realizada na aldeia especialmente para o projeto.

Kakxop pahok foi produzido sob os auspícios do edital PROPPG 10/2022 do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) da UEMG e do edital Rumos Itaú Cultural 2023-24.




11 de set. de 2025

Pré-estreia de Kakxop pahok: as crianças cegas

Aconteceu ontem no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Belo Horizonte, no bairro de Santa Tereza, a pré-estreia de Kakxop pahok: as crianças cegas, o mais novo curta-metragem de animação da Pajé Filmes.

A exibição, seguida de debate, fez parte da programação do VIII Encontro Intercultural de Literaturas Ameríndias (EILA), evento promovido pela Faculdade de Letras da UFMG. Com o tema "Palavras ancestrais, horizontes digitais", a oitava edição do EILA apresentou uma programação diversificada visando discutir as relações entre literatura, educação e tecnologia.



O debate contou com a presença de Cassiano Maxakali e Charles Bicalho, diretores do curta, que é baseado em história tradicional do povo Maxakali/Tikmû'ûn. Ambos responderam a várias perguntas feitas pela audiência: sobre a trilha sonora, sobre o processo de produção, sobre a recepção dos filmes de animação nas aldeias, etc.

Kakxop pahok terá seu lançamento oficial no Cine Vista, evento de exibição e debate de filmes ao ar livre no terraço da Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) no dia 09 de outubro.

Kakxop pahok é o último filme que compõe a Trilogia Hãmnõgnõy. Foi produzido sob os auspícios do edital PROPPG 10/2022 do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) da UEMG e do edital Rumos Itaú Cultural 2023-24.

24 de jul. de 2025

Trailer de Kakxop pahok: as crianças cegas

Já está no ar em nosso canal no YouTube o trailer de Kakxop pahok: as crianças cegas, nova animação produzida com membros do povo Maxakali da aldeia Escola-Floresta, na fazenda Itamunheque no município de Teófilo Otoni em Minas Gerais.



O trailer pode ser conferido no link: https://www.youtube.com/watch?v=eqfcpzxYcfo

Kakxop pahok finaliza a trilogia Hãmnõgnõy, iniciada com Konãgxeka: o dilúvio Maxakali (2016), seguido de Mãtãnãg, a encantada (2019).

Esta terceira animação contou com apoio do edital PROPPG 10/2022 do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) na fase de pré-produção e início da produção.

E finalmente com o apoio do edital Rumos Itaú Cultural 2023-24 para a segunda fase de produção e finalização.

7 de mai. de 2025

Trilogia Hãmnõgnõy

Trilogia Hãmnõgnõy é o nome que foi dado ao conjunto dos três filmes de animação baseados em histórias tradicionais do povo indígena Maxakali ou Tikmû'ûn produzidos pela Pajé Filmes.

O primeiro filme realizado foi Konãgxeka: o dilúvio Maxakali (2016). O segundo foi Mãtãnãg, a encantada (2019). E Kakxop pahok: as crianças cegas tem previsão de lançamento para este ano de 2025. 

Em língua Maxakali a palavra hãmnõgnõy nomeia o lugar de morada dos espíritos yãmîy.

Em seu dicionário Popovich (2005) dá também para o termo a tradução de "horizonte". "Hãmnõgnõy kûnãpa Topa pet xexka yûm / Além do horizonte fica a casa grande de Deus" (p. 09).

Como de costume na língua Maxakali, o vocábulo é formado por três outros: hãm (forma abreviada de hãhãm) - terra; nõg - acabar, terminar; e nõy - outro, um igual (POPOVICH).

Ou seja, hãmnõgnõy seria um território limite, ou onde termina uma terra e começa outra; talvez onde termina a terra dos humanos e começa outra, a dos espíritos.

As três histórias em que se baseiam os filmes tratam de acontecimentos e personagens do mundo espiritual e ancestral dos Maxakali. Achamos, portanto, conveniente que o conjunto das três histórias recebesse tal nome.



Figura 1: frame de Konãgxeka: o dilúvio Maxakali (2016)


Figura 2: frame de Mãtãnãg, a encantada (2019)


Figura 3: frame de Kakxop pahok: as crianças cegas (2025)

Motion de abertura de Kakxop pahok

O motion de abertura para Kakxop pahok: as crianças cegas já está pronto.

Criado pela designer Jade Dias Lana, a abertura, chamada também de sequência de créditos, é uma obra à parte que apresenta as principais funções desempenhadas no filme.







Imagens: frames do motion de abertura de Kakxop pahok: as crianças cegas (Pajé Filmes)

Kakxop pahok contou com o apoio do edital PROPPG 10/2022 do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).

E agora conta com o apoio do edital Rumos Itaú Cultural 2023-24 para a segunda fase de produção e finalização.

A previsão de lançamento é para o final deste ano.

Segue a produção de Kakxop pahok

A produção de Kakxop pahok: as crianças cegas segue a todo vapor. Jackson Abacatu, nosso diretor de animação, com sua equipe, segue trabalhando na criação das cenas animadas do terceiro e último capítulo da Trilogia Hãmnõgnõy.




Imagens: frames de Kakxop pahok: as crianças cegas (Pajé Filmes)


A previsão de lançamento do filme é para o final deste ano.

Kakxop pahok contou com o apoio do edital PROPPG 10/2022 do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).

E agora conta com o apoio do edital Rumos Itaú Cultural 2023-24 para a segunda fase de produção e finalização.

17 de fev. de 2025

Produção de Kakxop pahok: as crianças cegas

Segue a produção de nossa terceira animação, intitulada Kakxop pahok: as crianças cegas.

Baseada em história tradicional do povo indígena Maxakali (Tikmû´ûn), Kakxop pahok conta com direção de Cassiano Maxakali e Charles Bicalho. E direção de animação de Jackson Abacatu.


Figura: primeira versão do cartaz de Kakxop pahok


Kakxop pahok finalizará a Trilogia Hãmnõgnõy de animações indígenas maxakalis iniciada com Konãgxeka: o dilúvio Maxakali (2016) e continuada por Mãtãnãg, a encantada (2019), que podem ser assistidas em nosso canal no YouTube (https://www.youtube.com/@Pajefilm).





Figuras: stills de Kakxop pahok: as crianças cegas

Na pré-produção e primeira fase de produção, Kakxop pahok contou com o apoio do edital PROPPG 10/2022 do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).

E agora conta com o apoio do edital Rumos Itaú Cultural 2023-24 para a segunda fase de produção e finalização.

O lançamento de Kakxop pahok está previsto para o segundo semestre deste ano de 2025.

7 de mai. de 2024

Projeto Kakxop Pahok: as crianças cegas selecionado no Rumos Itaú Cultural 2023-24




Com muita satisfação comunicamos que nosso projeto de produção e finalização do filme de curta-metragem de animação, intitulado Kakxop Pahok: as crianças cegas, está entre os 100 selecionados do edital Rumos Itaú Cultural 2023-24. Kakxop Pahok, que também é baseado em história tradicional dos Maxakali (Tikmû'ûn), foi um dos 9.389 projetos inscritos nesta vigésima edição do edital do Itaú.
Dirigido por Cassiano Maxakali e Charles Bicalho, este será o terceiro filme de animação da Pajé Filmes e completará uma trilogia iniciada com Konãgxeka: o dilúvio maxakali (2016) e Mãtãnãg, a encantada (2019). Como os dois anteriores, Kakxop Pahok contará com a direção de animação de Jackson Abacatu e também será falado em língua Maxakali e legendado em português, espanhol e inglês. A equipe artística e de produção indígena é composta por membros da Aldeia Escola Floresta, localizada em Itamunheque, no município de Teófilo Otoni, Minas Gerais.
O lançamento de Kakxop Pahok: as crianças cegas está previsto para o ano que vem.
Confira a lista completa de projetos selecionados no Rumos Itaú Cultural 2023-24 no site: https://www.itaucultural.org.br/secoes/noticias/rumos-2023-2024--conheca-os-projetos-selecionados

8 de ago. de 2023

Produção do filme maxakali Kakxop Pahok na Aldeia Escola Floresta: oficinas de ilustração e áudio



Aconteceu, de 26 a 31 de julho, a fase de produção do novo filme de animação da Pajé Filmes em parceria com os Maxakali da Aldeia Escola Floresta, no município de Itamunheque, próximo a Teófilo Otoni, em Minas Gerais. Foram realizadas as oficinas de ilustração e gravação de áudio para Kakxop pahok: as crianças cegas, que completa uma trilogia com Konãgxeka (2016) e Mãtãnãg (2019).





As oficinas foram coordenadas por Charles Bicalho e Jackson Abacatu e contaram com o labor de Agnaldo Maxakali, Alexandre Maxakali, Delcida Maxakali, Dimas Maxakali, Ilton Maxakali, Isael Maxakali, Jurema Maxakali, Oscar Maxakali, Rolando Maxakali, Sueli Maxakali e Voninho Maxakali.





Na ocasião foram produzidas as ilustrações para o filme, bem como foram gravados os áudios que comporão a trilha sonora, com cantos, falas dos personagens, ruídos e sons ambientes.



Esta fase de produção de Kakxop pahok está sendo possibilitada pelo Edital PROPPG 10/2022 do Programa de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).